diferente entre bloco forma e informal

Confira as vantagens

Veja algumas vantagens e diferenças, quando utilizamos blocos de concreto, na sua construção:

1- A Resistência: Os blocos de concreto são materiais que possuem resistência, o que nos garante melhor confiabilidade e melhor qualidade em sua construção, enquanto nos tijolos de Olaria (maciça) e nos Cerâmicos (aqueles que são vazados) não possuem nenhuma resistência, ou seja, são materiais fracos.

2- A Economia: Ao contrário do que algumas pessoas que trabalham na área de construção pensam, os blocos de concreto, são materiais mais econômicos e leves que existem na construção, porque:

A) Se levarmos em conta a quantidade de blocos que é utilizado no m² da construção em relação aos tijolos de Olaria e Cerâmicos, os blocos se utiliza bem menos, veja o exemplo:
– Quantidade de blocos de concreto utilizado por m: 13 blocos;
– Tijolos de Olaria utilizados por m: 80 até 130 tijolos (depende da dimensão dos tijolos);
– Tijolos Cerâmicos utilizados por m: 28 até 56 tijolos (depende da dimensão dos tijolos);
Devido não possuírem nenhum padrão ou parâmetro de medidas, existir muita variação no tempo em que se demora na sua queima, os tijolos de olaria e cerâmico, acabam acarretando em tijolos de diferentes dimensões, ou seja, às vezes maiores ou menores, o que dificulta obter um cálculo com exatidão da quantidade de tijolos que teremos de utilizar no m da construção.

B) A outra economia, é no consumo utilizado da argamassa (combinado de areia, cal e cimento) para o assentamento dos blocos e dos tijolos. Quando utilizamos os blocos, nosso consumo é bem menor, pois normalmente consegue-se utilizar no assentamento com apenas 1,0 cm de massa, enquanto nos tijolos de Olaria ou Cerâmicos, somos obrigados a utilizar no seu assentamento de 2,0 a 3,0 cm de massa, fora a quantidade de massa que é desperdiçada no reboco. Os blocos também possuem uma outra vantagem em relação aos tijolos de olaria e cerâmicos: a Massa Fina, o Gesso ou o Azulejo pode ser aplicado diretamente nos blocos, por já ser um material de concreto, evitando assim os chapiscos e os rebocos tão utilizados nas obras, gerando ainda mais economia e qualidade na construção.

3) O peso dos materiais na construção: Ao contrário do que muitos pensam, os blocos de concreto são materiais muito mais leves na construção do que os tijolos de olaria e cerâmicos. Cometemos um erro quando comparamos a unidade dos materiais. Na unidade, é lógico que os tijolos de olaria e cerâmicos sempre são mais leves do que os blocos, mas na construção, não. Sempre devemos levar em conta na hora de planejar nossa construção:

A) A quantidade de tijolos que serão necessários utilizar por m² em relação aos blocos;

B) Quantidade de massa que será utilizada no assentamento e no acabamento dos tijolos em relação aos blocos, sendo este o principal problema nas construções hoje, pois como somos obrigados a utilizar uma grande quantidade de massa no assentamento e no acabamento, esquecemos de considerar que esta quantidade que é utilizada a mais, também acaba elevando em muito o peso da obra, além de afetar a capacidade de resistência, pois sempre contamos a unidade e não a quantidade.

Exemplos de como são:
No uso do tijolo Cerâmico, você terá em média um acréscimo de 270% de argamassa no assentamento e acabamento.

Contate-nos: 14 99846 8627 (Geraldo) ou Lucas 14 99812 1997

Av. Governador Mario Covas, 3366 – Avaré/SP, proximo ao aeroporto.

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PEQUENO HISTÓRICO DO PAVER

 

PEQUENO HISTÓRICO DO PAVER

A origem do pavimento feita a partir de pedras justapostas, é atribuída aos povos cretenses, habitantes da Ilha de Creta, na Grécia, cerca de 3000 a.c. Já, naquela época, se utilizavam  pedras justapostas, apoiadas sobre camada de areia para facilitar a fixação e acomodação dos elementos na construção de caminhos.

Um testemunho desta engenharia de pavimentação é a Via Ápia, famoso caminho com 660 quilômetros de extensão que cruza a Itália, desde a capital Roma até à cidade de Brindizi no sul daquele país. Vem daí a expressão “todos os caminhos levam a Roma”.

No Brasil esta técnica foi utilizada pelos índios nos caminhos de Beaberu de São Thomé,  emaranhado de trilhas indígenas que interligavam diversas aldeias do litoral sul do Brasil a outros povos na Bolívia e Peru.

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Via Apia 312 a.C

A primeira cidade pavimentada com pavers do mundo foi Stuttgart na Alemanha em 1963, e em pouco tempo esta alternativa de calç amento alastrou-se pela Europa e Ásia, começando por Inglaterra, Itália, Austrália e Nova Zelândia, hoje grandes consumidores de paver.

Atualmente a Alemanha é o maior produtor mundial de paver com mais de 200 milhões de metros quadrados por ano. É também  dos alemães o maior número de máquinas de grande porte para fabricação e a vanguarda em termos de desenhos e opções em cores e formatos das peças . Na Holanda, provavelmente o maior segundo polo no mundo,  acabam de inventar um paver que absorve a poluição do ar, é o paver fotocatalítico,Que recebe uma pintura de dióxido de titânio para  adquirir essa propriedade.

Na América Central, outro grande polo de tecnologia dos equipamentos, o paver foi adotado a partir do início da década de 70 e logo chegou ao Brasil onde se popularizou a partir de 2000, principalmente pela adoção do nome paver ao invés de peças pré-moldadas de concreto para pavimentação, como auxiliar na divulgação do produto.

 

 

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Blocos de concreto – Definição

O que são blocos de concreto

O bloco de concreto para alvenaria, estrutural ou de vedação, é um produto normatizado pelas NBRs 6136 e 12118, da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Os blocos podem ser produzidos em equipamentos manuais, pneumáticos ou hidráulicos, por meio de vibro compactação e extrusão imediata, de uma mistura homogênea de cimento, areia, pó de pedra, pedrisco, água e aditivos facilidatadores de moldagem.

O bloco normatizado possui formato e dimensões padronizadas, e cada linha possui uma família de componentes que, aplicados dentro da boa técnica, proporcionam um sistema construtivo limpo, prático, rápido, econômico e eficiente. O bloco que cumpre os padrões de norma é vazado no seu elemento predominante e tem apenas dois furos (exceções para blocos especiais de 44 e 54 cm). O produto possui arestas firmes e bem definidas, textura uniforme e é produzido nas categorias estrutural e vedação, de acordo com a aplicação, para fins estruturais ou apenas de fechamento. Sua resistência à compressão varia de 2,0 a 25,0 Mpa, de acordo com a aplicação a que se destina.

É muito importante não confundir o bloco de concreto normatizado com o produto informal que também existe no mercado. O produto informal possui 3 furos, fundo e dimensões muitas vezes fora dos padrões de norma. Este produto é mais barato na aquisição, mas na construção sai mais cara em razão dos gastos com quebra das peças, baixo rendimento na execução e, principalmente, grande consumo de argamassa no assentamento e no revestimento.

Além de tudo isso, a construção com os blocos informais ainda precisa de colunas e vigas já que as peças não apresentam resistência suficiente para suportar cargas e não permitem o grauteamento como acontece com os blocos estruturais.

Veja a diferença entre os blocos de concreto normatizado (2 furos) e o não normatizado (3 furos).

Blocos de concreto

 

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